“Esfregar não cria carga do nada”: por que a bexiga gruda na parede
O atrito desloca cargas entre materiais e a parede reage à presença da bexiga. O físico Abner de Siervo, da Unicamp, explica a atração que parece mágica, mas é eletrostática.
O atrito desloca cargas entre materiais e a parede reage à presença da bexiga. O físico Abner de Siervo, da Unicamp, explica a atração que parece mágica, mas é eletrostática.
O etileno liberado pela banana funciona como sinal para frutos sensíveis. O pesquisador Ricardo Alfredo Kluge, da ESALQ/USP, explica por que o efeito depende da espécie e do estágio da fruta.
Bolhas, gases e substâncias dissolvidas podem se concentrar no último trecho a congelar. O físico Kenneth Libbrecht explica por que a aparência do cubo não decide se a água é segura.
Água sozinha tende a deixar a gordura unida. Sabões e detergentes mudam essa interface, enquanto esfregar e enxaguar completam a limpeza, explica o químico Watson Loh, da Unicamp.
Mesmo sem furo visível, parte do gás de uma bexiga pode atravessar lentamente o material. Essa passagem microscópica reduz a pressão e o volume interno.
A água presa no grão vira vapor sob pressão, e a casca íntegra segura o processo até o amido poder se expandir. Entrevista de Bruce Hamaker, da Purdue University, detalha por que alguns grãos viram piruás.
A massa cresce porque as leveduras produzem gás carbônico e a estrutura formada pelas proteínas da farinha consegue reter parte dessas bolhas.
Mesmo fora de um aparelho, uma pilha ou bateria não é um objeto quimicamente imóvel. Reações internas lentas consomem parte da energia armazenada: é a autodescarga.
A borda de uma sombra fica borrada quando a fonte de luz tem tamanho aparente suficiente para iluminar parcialmente regiões que outra parte da fonte deixa na escuridão.
Um pote pode ficar mais difícil de abrir depois de esfriar porque o ar e o vapor no espaço interno mudam de pressão. A diferença entre dentro e fora aumenta a força sobre a tampa.